Foi uma gestação, muito tranquila trabalhei, e mantive minha rotina praticamente normal. Tive o e acompanhamento de pré-natal quinzenal por conta da minha primeira gravidez (da qual nasceu o Ryan com 30 semanas de gestação) que foi de risco por causa de ITU(infecção do trato urinário) de repetição.
Porem durante a gestação ao qual esperava Ana Katharina tudo corria bem, porem com cerca de 27 semanas através de um ultrassom a médica verificou que havia um baixo percentil de crescimento e após este ultrassom o Ginecologista Obstetra que acompanhava a gestação decidiu que devia fazer o acompanhamento semanal e realizar ultrassonografia com doppler também semanal. Fomos repetindo a ultrassonografia semanal e sempre tudo normal somente o baixo percentil de crescimento, foi quando na consulta de 3 de agosto de 2015 o Dr Alexandre (GO) que me acompanhava me falou que como ela já tinha mais de 2 quilos e continuava com este baixo percentil de crescimento mas ela estava saudável que ele iria aguardar até que eu fizesse 38 semanas de gestação que aconteceria dia 21/08/2015 e então dia 22/08/2015 ele faria o parto cesariana e a laqueadura (porque já tinhamos o Ryan com 10 anos) e dia 21 era uma sexta feira dia de realizar o ultimo ultrassom antes do parto já agendado para 22/08/2015 e fui realizar o exame na própria maternidade onde seria feito o parto no Hospital e Maternidade SEPACO em SP.
Para nossa surpresa foi visto só havia uma passagem de oxigênio e que seria necessário uma cesariana de urgência pois havia um risco de sofrimento fetal; porém um erro de comunicação entre as equipes do PS e do plantão da maternidade nos fez aguardar em torno de 5 horas até que o parto fosse realizado.
Percebi durante o parto que a Ana Katharina fazia um movimento estranho com os lábios e gemia muito questionei sobre o que estava acontecendo a GO plantonista que fez meu parto disse que não era nada, mas não pude nem ao menos pegar minha filha em meus braços e ela foi levada para uma tal isolete (que só bem depois eu soube que foi para receber oxigênio) depois de umas 15 horas levaram ela para ficar comigo dizendo que ela tinha sido avaliada e estava ótima, porém continuava fazer o movimento mastigatório varias vezes e quando eu questionava diziam que não era nada.
Fomos para casa 48 horas após o parto como se tudo estivesse dentro da normalidade mas eu sabia que havia algo que não era normal naquele bico que ela fazia; mas isso conto na próxima postagem...


Nenhum comentário:
Postar um comentário